Mestres Takumi: Os artesãos modeladores de argila da Mazda

Mestres Takumi: Os artesãos modeladores de argila da Mazda

No centro de pesquisa e design da Mazda de Oberursel, Alemanha, e de Hiroshima, no Japão, designers, engenheiros e modeladores de argila “Takumi”, dão vida aos projetos dos novos modelos Mazda. Os mestres Takumi, designação que simboliza destreza e precisão, representam uma longa tradição de mestres artesãos japoneses. Na Mazda, os Takumi trabalham principalmente com a argila e com o metal, outros com madeira e papel, ou até mesmo palha, utilizada na concepção de tapetes de tatami. O que todos eles têm em comum é um profundo empenho no seu ofício.

Neste momento são três os Takumi a operar na sede da Mazda, em Hiroshima. Recorrendo às suas capacidades de imaginação e liberdade de pensamento, executam esculturas de veículos em argila, tanto em formatos mais condensados, a diversas escalas, como em tamanho real. No entanto, são poucos os modeladores de argila a poder ostentar esse estatuto.

Há diferenças significativas em termos de competências e de rapidez de execução: um bom modelador de argila necessita, sensivelmente, de 4 semanas para criar uma escultura de argila em escala reduzida, 8 semanas para conceber um modelo à escala de 1:4 e 6 meses para um modelo à escala real, de 1:1; já um mestre Takumi é significativamente mais rápido nesse trabalho artesanal, reduzindo esses tempos de criação para 1 semana, 2 semanas e 2 meses, respectivamente.

Entre a concepção e a conclusão, uma equipa completa demora cerca de um ano para desenvolver uma representação à escala de 1:1, sendo que durante o desenvolvimento de um novo modelo Mazda são criadas, em simultâneo, diferentes esculturas em argila. Apenas uma acabará por servir de inspiração para o modelo de produção.

Em termos de curiosidades, acrescente-se que um modelo em argila á escala real pesa cerca de 1,5 toneladas (incluindo a sua estrutura em aço), sendo, portanto, mais pesado do que a mais recente geração do roadster Mazda MX-5 (996 kg) e pouco mais leve do que uma carrinha Mazda6 (1.635 kg). Designer criativo por direito próprio, um mestre Takumi consegue visualizar e produzir uma determinada forma sem precisar de colaborar de perto com os verdadeiros designers.

Recolha de experiência

Os modeladores de argila precisam de aperfeiçoar as suas competências em diferentes cargos durante cerca de 20 anos, antes de poderem assumir o estatuto de “Takumi”. Não existe um estágio estabelecido para este ofício, sendo que todos começam como modeladores de base, prosseguindo a sua carreira até ao topo, só depois e sob determinadas condições, poderão obter esse estatuto, o cargo mais elevado dentro Mazda para a realização destas funções.

Os modeladores começam por aquecer a argila – material composto por uma mistura especial de cera, óleo, pigmentos e betume – a 60 °C. Uma vez amaciada, a argila é, depois, aplicada na estrutura de suporte, antes de se começar a moldagem com as formas de um automóvel. Trabalhando com as mãos directamente na argila, os modeladores conferem energia e profundidade a todas as nuances da sua superfície, criando um modelo em argila que ilustra a forma natural e fluida de um veículo Mazda, de modo a que pareça estar em movimento, mesmo quando parado. Para a Mazda, o automóvel é muito mais do que um mero pedaço de metal, é como se tratasse de um ser vivo.

“Ao confeccionar um prato típico japonês, como o tradicional caldo de peixe ‘dashi’, o método de preparação tem uma grande influência no sabor”, explica Ikuo Maeda, responsável pelo design global da Mazda. ”Um ‘dashi’ perfeito é uma boa analogia com o que fazemos insistentemente para criar beleza na sua máxima expressão, aplicando a nossa receita para determinar o papel de cada modelo Mazda no âmbito da nossa gama de modelos”.

Criar um laço emocional

A designação Kodo refere-se à linguagem de design da Mazda, significando, em japonês, “A Alma do Movimento”. Esta linguagem de design caracteriza-se por projectos que conferem sempre uma sensação de movimento. Baseando-se em esboços, um Takumi recorre à argila para traduzir, através de uma escultura tridimensional, a emoção que um veículo real pretende evocar. A forma só se torna num modelo 3D digital quando a peça em argila está perfeitamente equilibrada.

O foco e a simplicidade dos princípios do design japonês fornecem a base para o ADN do conceito Kodo. A Mazda é intransigente quando se trata de alcançar a excelência em design automóvel. A crença de que a verdadeira beleza artística só pode ser alcançada pela consistência e precisão das mãos humanas está profundamente enraizada na cultura artesanal japonesa. É por isso que a Mazda continua a valorizar fortemente os processos manuais e o conceito artesanal Takumi, utilizando, por isso, mais modelagem em argila do que qualquer outro construtor automóvel.


Nos bastidores da Mazda: Entrevista com Andreas Feussner

Director do Departamento de Modelagem da Mazda Motor Europe desde 2016, Andreas Feussner partilha a sua admiração pela mestria do processo de modelagem e pelos desafios do design, bem como a sua preferência pelo trabalho da madeira.

O que significa para si o rigor artesanal?

Quando constato de que algo foi criado com paixão. Trata-se de terminar um projecto e ficar satisfeito com os resultados. Pessoalmente, olho atentamente para cada projecto concluído e analiso o processo em termos de potencial de optimização. Normalmente não há necessidade de melhorar coisas fundamentais, mas graças aos meus 28 anos de experiência, sei que a soma dos pequenos detalhes a algo maior confere um toque especial ao trabalho.

Isso faz de si um perfeccionista?

Quando se trata do meu ofício, sim, sem dúvida! Um dos meus colegas chama-me “Sr. 1000%”, provavelmente porque abordo sempre os projectos com intensidade e precisão, trabalhando até ao último dia, mesmo quando o produto já pode ser dado como terminado. Para dar um exemplo, uma vez construímos uma consola em madeira. O objectivo era a madeira ser lixada e não pintada ou oleada. Lixei a consola até obter uma superfície muito delicada, com um toque quase sedoso. Durante a apresentação do veículo internamente, Ikuo Maeda, o nosso Diretor Global de Design, no Japão, sentou-se no carro e continuou a acariciar a superfície enquanto os designers europeus partilhavam as suas ideias sobre o estilo. Observando a situação, fiquei satisfeito com o facto de ele ter apreciado o trabalho. Ikuo Maeda valoriza bastante um bom rigor artesanal.

Quais são os principais desafios diários de um modelador?

Por vezes é difícil dar vida aos conceitos dos designers. Um exemplo: construímos uma escultura de madeira e o desafio era dobrar a madeira até um determinado ponto, algo impossível porque a madeira era demasiado espessa e o raio demasiado pequeno. Em momentos como este, precisamos de encontrar soluções e executá-las de forma a não haver inconsistências perceptíveis. Neste caso, colei 66 camadas de folheado num molde feito à mão. Nem se percebia como tinha sido feito o produto acabado: parecia uma peça de madeira sólida que tinha sido dobrada.

Como é que, em geral, lida com os desafios?

Penso que os desafios, seja no trabalho ou na vida pessoal, oferecem um grande potencial de desenvolvimento. É por isso que, independentemente do seu grau de dificuldade, enfrento sempre os desafios em vez de lhes virar as costas. Caso contrário, somos apanhados de surpresa.

Tem um princípio orientador no trabalho e na vida?

Tento sempre transmitir abertura, persistência e, acima de tudo, empatia. Acredito que esta última é vital, especialmente na vida.

Onde obtém a sua inspiração?

Encontro inspiração na natureza e no seu imenso poder, nas suas formas e cores, no seu carácter primordial, na sua realidade. Uma união de consistência e transformação. Adoro estar ao ar livre, por exemplo, nas montanhas e na neve, sem ninguém por perto. Mas as pessoas também me inspiram com a sua dedicação, as suas realizações, o seu trabalho e a personalidade que lhe conferem. A minha mulher é um bom exemplo: determinada, persistente, directa e, simultaneamente, complexa, sem deixar de ser transparente; por outro lado, é também especialmente dedicada e empática, sempre receptiva ao que é relevante. Outras fontes de inspiração são a arquitectura e a arte, mas, acima de tudo, a música em todas as suas vertentes, bem como o ballet clássico e moderno. A precisão dos movimentos no ballet ajuda-me a desenvolver novas ideias. Num projecto que desenvolvemos há algum tempo contámos com a presença de uma bailarina para observar várias posições de bailado, estando ela envolta em tecido elástico. As formas interessantes deram-nos novas perspectivas que nos ajudaram a desenvolver a nossa filosofia de design Kodo. Recorremos frequentemente a métodos invulgares para redefinir a linguagem do design. Para mim, é importante desfrutar da vida de forma consciente e com uma visão positiva.

Como aborda um novo projecto?

No começo, é importante entender o conceito. O que caracteriza os esboços? Qual é a assinatura do designer? O que está a tentar exprimir? Sem este entendimento, a nossa capacidade de refletir a emoção desejada no modelo é limitada. Para conferir mais liberdade na concepção de uma nova linguagem de formas, começamos com esculturas puras, sem qualquer ligação ao design clássico de veículos. Esta fase do trabalho é muito criativa e livre, sem restrições. O desafio é transferir as ideias pretendidas para o veículo. É uma das fases mais importantes no processo de design.

Cada modelador de argila tem a sua própria assinatura?

Sim, claro. É possível identificar qual o colega que executou um determinado modelo. Dois modeladores de argila diferentes irão criar dois modelos diferentes, para um mesmo conceito de design. Ambos exprimem a mesma mensagem, o mesmo conceito, mas segundo as suas próprias interpretações. Dado que o nosso trabalho implica passar de duas para três dimensões, temos muita margem de manobra no início. A assinatura do modelador de argila é mais fácil de identificar no momento inicial do processo criativo; os modeladores incutem uma parte da sua própria personalidade no modelo e é essa assinatura que diferencia estes veículos dos que não são projetados manualmente.

É carpinteiro por formação. Prefere trabalhar com madeira?

Sim, provavelmente porque é o material em que tenho mais experiência. Comecei a trabalhar em madeira aos 16 anos. O que mais gosto na madeira é a sua robustez estrutural. Um objecto em madeira pode ser utilizado e apreciado ao longo de várias gerações. É uma sensação agradável. Há alguns anos construí uma grande mesa em carvalho maciço. Gosto de pensar que, se durar mais do que eu, pode vir a fazer parte da vida da minha filha, com todas as suas marcas, histórias e caráter. Respeito as coisas que perdem o conceito de idade e, se algum dia a sua vida útil como mesa chegar ao fim, pode ser facilmente reciclada, já que é feita inteiramente de madeira pura, sem toxinas. A madeira maciça incorpora uma forma simples de sustentabilidade. Pode parecer cara inicialmente, mas também tem um valor especial.

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Como é que se cria um ambiente acolhedor num automóvel?

Maria Greger: Reflexões de uma veterana do design

Desde que se juntou à Mazda em 1995, Maria Greger tem assistido a muitas mudanças no sector automóvel, nomeadamente na sua vertente: o design de interiores. Antes de se reformar, em 2021, a ainda Directora de Cores e Materiais no Centro de Design da Mazda Europa analisa mais de um quarto de século em que passou a desenhar interiores de automóveis, partilhando os seus pensamentos sobre as tendências de cor, a mobilidade futura e o respeito da Mazda pelo conceito “Human Touch”.

Como é que se cria um ambiente acolhedor a partir de um habitáculo de um automóvel?

Com qualidade e perícia. Sendo uma empresa japonesa, a Mazda respeita a ênfase tradicionalmente colocada pelo Japão no trabalho artesanal. Baseia-se numa meticulosa atenção ao detalhe. Actualmente temos de nos habituar ao facto das áreas de superfície estarem a desaparecer dos habitáculos. Onde antigamente estava um painel de instrumentos e uma consola central com interruptores e manípulos, estão agora grandes ecrãs integrados no ambiente. Não existem cantos, arestas e ornamentos. O objectivo é, claramente, melhorar a sua capacidade de utilização, mas isso torna mais difícil o nosso trabalho de designers de cores e de materiais. Enquanto designer, fico contente se conseguirmos manter os manípulos e interruptores, bem como transmitir uma sensação de apelo, seja óptico ou háptico. Estas são, para mim, pequenas preciosidades e nós criamo-las com um cuidado especial. Talvez o condutor não se aperceba de imediato, mas estes detalhes contribuem para uma sensação de qualidade no habitáculo e para uma atmosfera agradável.

Qual é a visão da Mazda?

A Mazda assumiu, desde 2010, a filosofia de design Kodo, palavra que, em japonês, significa “Alma do Movimento”, representando o poder e a beleza do movimento.

Como é aplicado na prática?

A Mazda sabe que as máquinas e a tecnologia não substituem a perícia e o toque artístico da mão humana e isto aplica-se a todas as fases do processo de desenvolvimento de um veículo, em especial na fase de modelação, com os modelos trabalhados em argila. Os artesãos Takumi – os que se encontram no topo da hierarquia do seu ofício – conseguem polir o metal até ficar tão fino quanto uma lâmina de barbear e os engenheiros colocam as pessoas no foco de todas as suas considerações. Depois existe o Kodo que, no Mazda3, por exemplo, faz despertar emoções de movimento através de um jogo de luzes e sombras que se espelham nas superfícies da sua carroçaria.

Como evoluiu o design dos interiores durante o tempo em que está na Mazda?

Os materiais e o artesanato tornaram-se ainda mais importantes do que já o eram e os esforços que os designers de Cores e Materiais fazem ao selecionar os materiais para o habitáculo aumentaram em conformidade. As características e os detalhes, bem como a qualidade global do habitáculo, evoluíram muito ao longo dos anos. Basta olharmos para a pele, a madeira e os acabamentos metálicos que estão agora disponíveis.

Fale-nos mais sobre o processo de design na Mazda Research Europe.

Na Mazda Research Europe, em Frankfurt (Alemanha), focamos no mercado europeu, investigando e seleccionando as tendências que mais importam para a Mazda. De seguida, usamo-las como base para os nossos designs. Tomemos como exemplo um modelo futuro, imaginando como poderá ser um automóvel que ainda não existe, propondo materiais, cores e interiores completos, enquanto os nossos colegas no Japão e nos EUA estão a fazer o mesmo. Os resultados são depois apresentados à sede, aos responsáveis pelo produto final. A propósito, eles têm estado a fazer um excelente trabalho, mas gostaria, também, de acrescentar que alguns dos conceitos desenvolvidos em Frankfurt, como os aplicados no Mazda CX-30, foram aceites tal como os propusemos.

Quando soube que queria ser designer de interiores?

Considerei tornar-me designer de interiores quando estava no meu 10º ano dos estudos, mas decidi, no entanto, quando terminei a escola, estudar design de têxteis. Utilizei a minha rede contactos: um colega de estudos trabalhava para uma companhia em Trier, na Alemanha, que produzia tecidos para a indústria automóvel. Candidatei-me e fui contratada. Ao início, não tinha noção de quão ligado estaria o meu trabalho ao design de produtos têxteis, mas quando mudei para a Mazda, foi – para ser honesta – muito entusiasmante para mim, uma vez que estaríamos a desenhar interiores para um espaço relativamente reduzido, com vários tipos de superfícies e cores. Os têxteis dos habitáculos são dos tecidos mais tenazmente testados no mundo, mas igualmente dos mais baratos, se os compararmos com os utilizados pela indústria do mobiliário. Isto transforma o meu trabalho num desafio constante, o de produzir designs verdadeiramente excelentes.

Como supera esses desafios?

Eu e os meus dois colegas da equipa de Cores e Materiais em Frankfurt mantemo-nos permanentemente informados. Vamos a eventos relacionados com o mundo da moda, do design e da indústria do mobiliário, a fim de sondar o mercado e identificar as tendências.

Como as tendências previstas por Li Edelkoort[1]?

Já a viu ao vivo? Ela é muito carismática, tem uma grande intuição e consegue apelar à sua audiência. Ela é brilhante no que diz respeito a captar e revelar tendências.

Vamos falar de cores. Parece que estamos presos às mesmas de sempre. O que se espera que o futuro possa trazer?

Acho que o branco é um bom exemplo! O branco esteve em voga nos últimos anos e ainda por cá anda. O facto é que o valor de revenda continua a ser um argumento importante para as pessoas na hora de escolherem uma determinada cor, por isso, muitos compradores acabam por ir na direcção do cinzento, do preto ou do branco. A Mazda definiu o seu próprio caminho com o vermelho, criando tons icónicos para os seus designs Kodo. Estou orgulhosa de poder dizer que fomos criadores de uma tendência neste particular, fazendo renascer o vermelho, não só aplicado em veículos de cariz desportivo. No que diz respeito ao futuro, há um movimento global na direcção de tons mais quentes, por isso acho que vamos começar a vê-los cada vez mais. Penso, igualmente, que vamos ter mais automóveis verdes, uma vez que esta é uma cor que está também a regressar ao mundo da moda, mas nunca se sabe. Em qualquer um dos cenários, vamos continuar a ter muitos tons de cinzento.

Quais são os principais desafios para a sua equipa?

Precisamos de acompanhar as novas tecnologias e as novas formas de mobilidade. Os automóveis estão a ficar mais limpos a nível visual, integrando cada vez mais ecrãs. Assim, a questão para nós, designers, é: Consigo criar uma atmosfera agradável apesar disso tudo? E tem de ser mais do que simplesmente agradável, tem de ser intuitiva. Para além disso, estamos ainda a tentar utilizar materiais e formas para aumentar o nível de concentração do condutor. Por isso, é de facto bastante emocionante trabalhar no desenho e desenvolvimento de interiores.

Qual é o problema fundamental associado à mobilidade?

É um assunto complexo. Ainda há um pensamento a muito curto prazo na indústria automóvel. Os veículos eléctricos estão a chegar ao mercado e acho que a tecnologia do hidrogénio não estará assim tão longe. Mas penso que devemos colocar a mobilidade no centro da questão e depois, na fase seguinte, determinar que tipo de veículo devem ser produzidos para ir ao encontro das necessidades de mobilidade, evitando abordar esta questão no sentido inverso. Temos de pensar, também, noutro tipo de questões, como por exemplo, quantos jovens vão querer conduzir no futuro. O planeamento urbano e da mobilidade devem ser desenvolvidos em conjunto, cooperativamente, lado a lado. De qualquer forma, é um tópico fascinante que vai, certamente, acompanhar-nos durante algum tempo.

Existe algum automóvel que sonhe desenhar?

Nem por isso. Estou muito satisfeita com o CX-30, um pequeno SUV que nasceu perfeito; é, provavelmente, o melhor veículo em que alguma vez trabalhei, especialmente tendo a carroçaria pintada em Soul Red Crystal. Não é demasiado grande, tem bancos muito confortáveis e muito bons materiais e acabamentos. As suas dimensões agradam-me bastante, uma vez que ando quase sempre sozinha. O MX-5 é outro automóvel que me entusiasma. Apesar de ser, na verdade, um quase segundo veículo, é para mim um pequeno carro de sonho, muito divertido de conduzir.

Qual o aspecto da sua longa carreira que mais se destaca?

Fazer parte de uma equipa internacional com tantas culturas diferentes. Temos pessoas de toda a Europa e de fora dela, sendo, por isso, fascinante trabalhar com japoneses e outras nacionalidades asiáticas, bem como com americanos ou pessoas de outros países, aprendendo as suas culturas. Isto tem sido uma grande experiência para mim.

Num potencial regresso ao passado, que conselho daria a si mesma, enquanto jovem?

Desfrutar de tudo o que se faça e motivar e inspirar os outros a fazer o mesmo. Olhando para trás na minha carreira, tenho de admitir que estou muito satisfeita com o meu papel. As cores e os materiais são o meu mundo!

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Reparadores Autorizados Mazda ao serviço da população

À semelhança do que sucedeu no final do primeiro trimestre de 2020 e no âmbito do Estado de Emergência que vigora em Portugal desde o passado dia 20 de Janeiro, a Rede de Reparadores Autorizados da Mazda Motor de Portugal mantém-se operacional em todo o território nacional, continental e regiões autónomas, salvaguardando-se todas as medidas e diretrizes de saúde entretanto implementadas, ao nível da Recepção, reparação e desinfeção para entrega das viaturas que necessitarem de intervenção.

Obrigada ao encerramento dos seus espaços comerciais, em particular os stands de vendas de automóveis novos e usados, apenas as oficinas Mazda estão autorizadas a manter as suas operações em funcionamento, assegurando-se, assim, a continuidade da possível autonomia das populações, na eventual necessidade da sua deslocação a supermercados e lojas de abastecimento de produtos de primeira necessidade, farmácias e/ou serviços médicos, bem como no apoio familiar ou, nos casos em que as funções profissionais impliquem a utilização de uma viatura.

Para assegurar essa mobilidade individual dos seus clientes, a Rede de Reparadores Autorizados Mazda garante a assistência às viaturas e a confirmação do seu correto estado de funcionamento, sendo que a disponibilidade de determinados serviços poderá estar um pouco mais limitada, mas em caso algum de modo a condicionar essas eventuais deslocações.

Relativamente à rede de vendas Mazda, uma vez que as instalações físicas se encontram encerradas, todo o processo de compra de um automóvel Mazda novo ou semi-novo faz-se, neste momento e em exclusivo, através do portal www.mazda.pt, plataforma onde o cliente poderá aceder às informações dos diferentes modelos do catálogo Mazda e aos respectivos Configuradores, solicitar os seus catálogos ou fazer o pré-agendamento de test-drives.

Aos nossos clientes Mazda, a Hydraplan assegurou as seguintes alternativas de contacto;

“Os nossos Salões de Vendas estão fechados, mas continuamos disponíveis para si no digital!” (OFICINAS PERMANECEM EM FUNCIONAMENTO)
CONTACTOS COMERCIAIS
Volkswagen Comerciais – 961 793 365 / rogerio.paulo@oneshop.pt
Mazda Oriente 966 845 298 / luis.nunes@oneshop.pt – 967 968 310 / rui.veloso@oneshop.pt
Mazda Sobralinho – 917 960 735 / eduardo.curado@oneshop.pt
Reparadores Autorizados Mazda ao serviço da população
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Mobilidade Pessoal – “Suitcase Car”

“Suitcase Car”:

Uma interpretação de mobilidade pessoal

  • No início dos anos 90 do século passado a Mazda captou as atenções do planeta com um projecto denominado “Suitcase Car”
  • Criada no âmbito da acção interna “Fantasyard”, esta mala motorizada sublinhava a filosofia de desafio às convenções inerente à marca

Estávamos no início da década de ‘90, altura em que o otimismo estava no ar com o fim da Guerra Fria, apostando-se na tecnologia em prol de uma maior produtividade, permitindo uma aproximação do planeta. Tudo parecia possível. Viviam-se, também, momentos emocionantes na Mazda, marca que assoberbada com a elevada procura que o seu então novo roadster MX-5 registava, se tornaria, em 1991, no primeiro construtor japonês a alcançar a vitória nas 24 Horas de Le Mans e o única a fazê-lo, até ao presente, com um modelo equipado com um motor rotativo. Conhecida pelo constante desafio das convenções, nesse mesmo ano a Mazda apresentava, também, o estudo Mazda HR-X, conceito equipado com um motor a hidrogénio.

A atmosfera predominante de confiança vivida na sede em Hiroshima levou à implementação de iniciativas como a “Fantasyard”, uma competição interna que se realizou entre os anos de 1989 e 1991, na qual equipas de diferentes departamentos se gladiavam, apresentando ideias criativas de mobilidade. Inimaginável na actual realidade do mercado automóvel global, fruto das restrições orçamentais cada vez mais apertadas, esta “Fantasyard” reunia, há três décadas, reacções muito positivas, sublinhando a abordagem “fora da caixa” por que a Mazda é, ainda hoje, conhecida. Uma das edições deste encontro de ideias viria a premiar um conceito particularmente criativo.

Solução de mobilidade criativa

Falamos do “Suitcase Car”, que se pode traduzir livremente como “Mala Motorizada”, um conceito de três rodas supostamente inspirado por uma visão de locomoção pelos aeroportos de uma forma mais eficiente. Aos seus criadores, um grupo de 7 engenheiros da unidade de testes e pesquisa de transmissões manuais da Mazda, foi dado um pequeno budget para que pudessem dar vida a esta sua visão, que lhes permitiu, depois, lançar mãos à obra, adquirindo uma motorizada em miniatura (vulgo Pocket Bike) e a maior mala de estrutura dura que puderam encontrar no mercado.

O resultado foi simples, mas engenhoso, aproveitando-se algumas peças dessa mini-motorizada, nomeadamente o seu motor a 2 tempos de 34 cm3, que se viu embutido numa mala Samsonite de 57 por 75 centímetros. O veículo demora apenas um minuto a montar: basta girar o conjunto da roda dianteira com o guiador e travões para uma posição vertical, fazendo-o sair através de uma tampa amovível da mala, encaixar no exterior as rodas traseiras, colocar o banco em cima do eixo traseiro e já está. O motorzinho de 1,7 cv poderia levar esta engenhoca a atingir velocidades máximas de 30 km/h!

Este “Suitcase Car” ajudou a projetar o ADN da Mazda de diferentes modos. Não só era um conceito divertido de conduzir, fruto do seu muito baixo centro de gravidade, semelhante ao de um kart e do próprio Mazda MX-5, como também canalizou o espírito inventivo daquele que foi o primeiro veículo de produção da empresa, o Mazda-Go, popular veículo de 3 rodas, originalmente lançado em 1931.

Imagem de marca sobre rodas

Fruto de um peso de 32 kg, esta mala motorizada não era exactamente prática, pelo menos na perspectiva de bagagem, mas embora a sua produção em massa nunca tivesse sido considerada, este pequeno 3 rodas portátil viria a merecer uma ampla cobertura mediática, servindo os propósitos da Mazda como publicidade sobre rodas.

O eco e interesse, entretanto, gerados, levariam a que a Mazda construísse mais dois exemplares, destinados a demonstrações nos EUA e na Europa, tendo a unidade europeia tido honras de exposição no Salão Internacional de Frankfurt de 1991, lado a lado com o Mazda 787B vencedor de Le Mans.

Hoje apenas o exemplar usado nos EUA ainda existirá, tendo o original “Suitcase Car” sido “destruído acidentalmente”, enquanto a réplica europeia desapareceu em “circunstâncias desconhecidas”.

Mobilidade Pessoal – “Suitcase Car”
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A Mazda e as Causas Humanitárias

Mazda Heroes:

Enaltecer o espírito humanitário

  • Em ano de Centenário da Mazda Motor Corporation, a sua divisão norte-americana implementou um programa que visa premiar 50 indivíduos altruístas que se têm dedicado a causas humanitárias no seu país.
  • Após nomeações secretas por parte de familiares ou amigos, as suas acções poderão valer-lhes um Mazda MX-5 “100th Anniversary”.

A Mazda completa este ano 100 anos de vida, um centenário ao serviço dos seus fãs e dos seus clientes, num longo processo em que se ultrapassaram inúmeros desafios e se fortaleceram as relações e a proximidade com as comunidades onde a marca e os seus representantes actuam.

Em ano de pandemia, muitas foram as acções de ajuda implementadas em diversos mercados – Portugal incluído – implementadas em diferentes moldes, nomeadamente via cedência de veículos às diversas entidades envolvidas no processo, a nível local e/ou de prestação de cuidados de saúde, para os ajudar na prestação de serviços de apoio – transporte de pessoas, géneros alimentícios, medicamentos, etc – em particular às populações mais desfavorecidas ou isoladas, entre outras iniciativas.

Já nos EUA, país que está a ser particularmente afectado pela COVID-19, a Mazda USA optou por um caminho complementar, implementando o programa “Mazda Heroes”, através do qual está a oferecer nada menos do que 50 unidades do popular roadster MX-5 (localmente também referido como ‘Miata’) na Edição Especial “100th Anniversary” a outros tantos indivíduos que pelo seu altruísmo, entrega e dedicação às mais diversas causas e que, sem que o soubessem, estão a ver-se surpreendidos.

Ao longo dos últimos 9 meses, muitos são os que têm dividido o seu tempo entre o trabalho e a casa, com o auxílio a terceiros, seja através de acções humanitárias direccionadas a indivíduos (ex.: ajuda a vizinhos de mais idade ou enfermos e acamados) ou de âmbito mais comunitário (ex.: acções de voluntariado a diversos níveis, como a distribuição de géneros, medicamentos, e outros produtos, ajuda no ensino, transporte, etc.). O seu objectivo comum é o de cuidar dos demais e ajudar a minimizar problemas de diferentes dimensões nas suas comunidades, nas zonas onde habitam ou onde trabalham. Desde famílias que aprenderam a costurar máscaras para vizinhos mais vulneráveis, até professores que organizam acções com base em distanciamento social, de modo a elevar o ânimo dos seus alunos, o melhor da natureza humana tem vindo à tona através de sinceros actos de generosidade e de entrega ao próximo.

Através do programa “Mazda Heroes”, a Mazda North American Operations (MNAO) está a seleccionar 50 indivíduos dos EUA, oferecendo-lhes uma fatia especial da sua centenária história. “Em Abril instituímos o ‘Essential Car Care Program’ como retribuição aos profissionais de saúde em todo os EUA”, afirmou Jeff Guyton, Presidente da MNAO. “Ao longo desta iniciativa pudemos testemunhar o quanto os nossos Concessionários e funcionários estavam gratos por estarem ao serviço das suas comunidades, num gesto de altruísmo que todos os dias lhes era retribuído. Tal inspirou-nos a desenvolver o programa ‘Mazda Heroes’, através do qual prestamos homenagem aos indivíduos que verdadeiramente apoiam as suas comunidades, ao mesmo tempo que partilhamos as suas experiências num momento em que as pessoas estão desejosas de notícias positivas.”

O programa incorpora os valores da marca de apoio às comunidades locais, pela realização de actos altruístas e abordagens criativas. Todos esses heróis olharam para uma necessidade própria da sua comunidade, reunindo esforços para encontrarem e providenciarem soluções adequadas. As candidaturas a “Mazda Heroes” foram submetidas por familiares ou amigos, sem que os visados tivessem conhecimento prévio das mesmas, tendo decorrido até 25 de Outubro último, em plataforma própria.

Os primeiros 3 “Mazda Heroes” já são conhecidos

A Mazda recebeu inúmeras histórias de pessoas que colocaram os demais em primeiro plano, tendo um impacto positivo dessa sua dedicação nas comunidades locais, colocando em prática as suas habilidades e recursos pessoais para cuidar dos necessitados. O grupo de “Mazda Heroes” integrou, maioritariamente, jovens adultos que, entre outras acções, fazem entregas gratuitas de compras de supermercados em casa de pessoas com elevado risco de contrair o vírus, ou que estabeleceram parcerias com restaurantes locais para fornecer refeições gratuitas aos profissionais de saúde, ou até músicos que deram concertos à porta de diferentes serviços sociais, alegrando um pouco a vida da comunidade sénior que há muito se encontra dentro de portas, privada de contactos directos com os seus familiares.

Os premiados-surpresa estão a ser anunciados desde o passado dia 2 de Dezembro, tendo sido os seguintes os primeiros a verem confirmado o seu estatuto de “Mazda Heroe”:

Christie Purviance, enfermeira de cuidados intensivos, de Humble, no estado do Texas, que abdicou do tempo com a sua própria família, incluindo um filho de 7 meses, lutando pelas vidas dos seus doentes no Memorial Hermann, unidade de saúde onde exerce a sua profissão. A nomeação foi feita pela sua irmã Heather, sendo o exemplo apresentado o de Maurice Watkins, internado, em estado muito grave e com prognóstico extremamente reservado, durante 30 dias, sendo que 18 deles passou ligado a um ventilador, num processo documentado pela sua mulher Cindy, num diário;

Jason Erdreich, professor de trabalhos oficinais de Randolph (Nova Jersey), que nas suas horas vagas se dedicou ao desenvolvimento e impressão em 3D de materiais de protecção individual (máscaras, viseiras, óculos, etc). Montando na sala de sua casa um total de 15 impressoras 3D, Jason produziu um largo volume de materiais, entregando-os depois a entidades sanitárias, nomeadamente à corporação de bombeiros local. A nomeação para “Mazda Heroe” foi feita pela sua própria mulher; e

Triana Davis, uma professora do 5º ano da localidade de Byram (Mississipi), que foi nomeada pela sua mulher Dimitria. Numa pequena localidade onde o acesso a computadores e à internet ainda é inalcançável em muitos meios familiares, Triana dedicou-se aos seus 21 alunos, ajudando-os nos estudos, imprimindo-lhes fichas e TPC, distribuindo, depois, esse material pessoalmente e porta a porta, a cada 15 dias. Garantindo-lhes que estava ali com eles e para eles, na impossibilidade de se realizarem as tradicionais festas de graduação de final de ano lectivo, produziu um pack individual e personalizado para cada um dos seus alunos (t-shirts impressas, medalha de mérito e respectivo diploma), entregando-lhes também em mão essa distinção.

Por contemplar estão os restantes 47 “Mazda Heroes”, num processo que se irá prolongar pelos próximos meses, numa actualização que poderá ser seguida em www.mazdausa.com/mazda-heroes ou através do hashtag #mazdaheroes.

A Mazda e as Causas Humanitárias
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A CORTIÇA ESTÁ DE REGRESSO À MAZDA

Inspiração no passado, aplicação no presente e um olhar para o futuro

  • A cortiça está de regresso à Mazda, num tributo a uma matéria-prima que é uma das raízes da sua evolução como empresa hoje centenária.
  • Primeira proposta 100 por cento eléctrica da marca, o novo Mazda MX-30 recupera um legado cujas origens remontam a 1920.
  • Este material sustentável é originário das planícies alentejanas e da envolvente de Hiroshima.

Lisboa, 17 Dezembro 2020. Estivéssemos num tradicional jogo de associações e uma vez mencionada a palavra “cortiça”, a primeira coisa que muito provavelmente nos viria à ideia seria, eventualmente, “vinho”, pelo que se a resposta fosse “automóvel” poderia soar um pouco fora de contexto. Mas não tanto para a Mazda, para quem esta ligação faz todo o sentido, já que não só utiliza este recurso no habitáculo do seu novo SUV MX-30 e-Skyactiv[1], como pelo facto da sua própria actividade industrial se ter iniciado com o processo de transformação da cortiça, então como Toyo Cork Kogyo Co. Ltd., no já longínquo ano de 1920.

Cem anos passados desde essa data, com celebrações iniciadas a 30 de Janeiro último, a aposta da hoje Mazda Motor Corporation centra-se exclusivamente na indústria automóvel e tem como mais recente expoente o novo MX-30, o seu primeiro veículo 100 por cento eléctrico. Automóvel tecnologicamente evoluído nos mais diversos domínios, o MX-30 representa ainda o regresso da cortiça ao universo Mazda, na concepção de secções específicas do seu interior – revestimento da consola central flutuante e como reforço do interior da zona dos seus puxadores das portas – numa aplicação com grande impacto visual e de enorme qualidade.

A recuperação daquele que foi o seu primeiro material de sempre faz-se através de um novo SUV de características inéditas, proposta que chegou aos mercados na segunda metade deste muito atípico ano de 2020 – o seu lançamento em Portugal teve lugar em Setembro último – sublinhando o facto de a Mazda ser o único construtor automóvel no mundo que iniciou a sua actividade na indústria de transformação desta matéria-prima, de cunho tão tipicamente português.

Envolvidas nesse inédito processo de aplicação no habitáculo deste automóvel em particular estão, não só a Mazda Motor Corporation, como duas outras entidades nipónicas, a Uchiyama Manufactoring Corporation e a Daikyo Nishikawa Corporation. Mas a verdadeira fornecedora deste material sustentável é a bem portuguesa Corticeira Amorim SGPS, S.A, reputada holding portuguesa na área da transformação de produtos de cortiça e líder mundial do sector, num processo feito através da sua subsidiária Amorim Cork Composites, unidade de negócio que se dedica ao desenvolvimento de produtos, soluções e aplicações para as mais diversas actividades e sectores de elevada sofisticação, da indústria aeroespacial ao mundo automóvel, entre outras. Material de elevada sustentabilidade, a cortiça confere níveis incrementados de conforto, de impermeabilidade e de isolamento térmico, acústico e anti-vibrações.

Uma aposta que remonta ao início do Século XX

Recuemos, agora, 100 anos, numa viagem virtual à época da outrora Toyo Cork Kogyo, empresa que assentou em duas razões principais a aposta na cortiça como pilares do seu negócio: em primeiro lugar, a abundância de sobreiros na região em redor de Hiroshima; por outro, o facto da indústria naval local estar, à altura e há quase um século, em alta, recorrendo-se à cortiça para produzir materiais para embarcações em madeira. A aposta neste recurso natural era, assim, um negócio óbvio para os objectivos pretendidos.

De regresso a Hiroshima, sua cidade natal, Jujiro Matsuda, o fundador da empresa que hoje conhecemos como Mazda, viria a integrar a Toyo Cork Kogyo como membro do Conselho de Administração após uma carreira de sucesso em Osaka, na área da engenharia e da mecânica, rapidamente progredindo de aprendiz numa ferraria, para deter a sua própria empresa de transformação de metais. Embora experiente em maquinaria, Matsuda rapidamente provou o seu valor em novas áreas, através de um conjunto de grandes ideias, uma das quais teve como base a produção de placas de cortiça, sob pressão. Apesar de alguns contratempos iniciais, Matsuda – que entretanto assumiria o cargo de Presidente da empresa – conseguiu alcançar um conjunto de novos produtos, na forma de materiais de isolamento e de amortecimento, colocando a todo o vapor o negócio da Toyo Cork Kogyo.

Anos mais tarde, em 1927, Matsuda decidia-se pela aposta na produção de maquinaria, facto que levou a que a empresa deixasse cair a referência “Cork” da sua denominação inicial, assumindo-se como Toyo Kogyo, para pouco tempo depois iniciar a produção de pequenos camiões de 3 rodas, alicerçando a vertente automóvel da Mazda do presente. À medida que esta nova área de intervenção crescia, Matsuda via-se obrigado a passar o negócio da cortiça para as mãos de outro fabricante, a então Uchiyama Kogyo Ltd., empresa com sede em Okayama, a leste de Hiroshima. A transição aconteceria em 1944, assumindo esta o controlo das fábricas e da maquinaria de transformação de cortiça, obrigando a Toyo Kogyo a investir no negócio da nova entidade Toyo Cork.

A sustentabilidade na génese do novo Mazda MX-30

Fruto dessas remotas origens, pareceu apropriado que a equipa de design do novo MX-30 se tenha decidido pela integração da cortiça no interior daquele que é o primeiro veículo 100 por cento eléctrico da Mazda, cabendo à hoje Uchiyama Kogyo o fornecimento deste novo material sustentável. Youichi Matsuda, Designer-Chefe do Mazda MX-30, refere: “Quando a Toyo Cork Kogyo foi criada, as tecnologias assentes nos plásticos e nas borrachas não estavam desenvolvidas como hoje, pelo que recorreu-se, então, à cortiça como material alternativo na produção de peças como juntas e isolamentos. Já após a 2ª Guerra Mundial, iniciou-se uma rápida evolução nas áreas das borrachas e dos plásticos numa escala industrial, deixando gradualmente para trás o papel até então desempenhado pela cortiça.”

Passadas várias décadas, numa visão da importância da cortiça na história da Mazda, foi simplesmente justo que Youichi Matsuda e sua equipa acabassem por recorrer a este recurso natural no design interior do novo MX-30. Foi uma decisão fácil de tomar, mas não tanto de implementar, pois o interior de um automóvel pode assumir-se, por vezes, como um ambiente muito violento, fruto, por exemplo, da entrada no habitáculo dos raios ultravioletas, que poderiam degradar a cortiça ao longo do tempo. “Foi todo um novo desafio que se nos deparou”, recorda Matsuda. “Tivemos que cumprir com todos os requisitos, como a durabilidade, a textura e o aspecto visual para que pudéssemos usar a cortiça no interior do novo Mazda MX-30.”

Mas fruto da parceria com entidades de renome para atingir os seus objectivos – entre elas a Amorim Cork Composites – Matsuda estava seguro de que a sua equipa poderia cumprir com os requisitos, recolocando a cortiça de novo na ribalta e com enorme estilo no interior de um modelo Mazda. “Porque a sustentabilidade da cortiça encontra-se perfeitamente alinhada com um modelo com as particularidades do MX-30, recorremos também a um material obtido a partir da reciclagem de garrafas de plástico na composição do revestimento das guarnições das portas, para além de usarmos plástico projectado biologicamente em elementos das portas dianteiras e traseiras.”

A sua aplicação no mundo Mazda do Século XXI

A ideia de usar cortiça no habitáculo de um automóvel pode parecer irrealista, mas na verdade faz todo o sentido em termos de minimização de efeitos nocivos no meio ambiente. Quando o projecto MX-30 arrancou, naquela que é a primeira real proposta nas iniciativas de electrificação da Mazda, definiu-se como segmento-alvo do novo modelo os clientes com uma elevada consciência ambiental, pelo que o recurso à cortiça foi, assim, visto como uma das maiores prioridades desse target, sublinhando a génese da sustentabilidade pela qual a Mazda é reconhecida.

Material de elevado teor ecológico, como produto único gerado pela natureza, a cortiça tem hoje inúmeras aplicações, gerando diferentes sobras, como a inerente à produção de rolhas de garrafas, nomeadamente na indústria vinícola. Para além disso, é uma matéria-prima de características quentes, de toque suave e visual encantador, sendo um produto familiar para o comum dos mortais, entre eles os potenciais clientes portugueses do novo Mazda MX-30.

Como é sabido, a cortiça provém da casca dos sobreiros, em operações de extracção plurianuais realizadas em cada Verão e com timings muito próprios, não implica qualquer abate dos exemplares da espécie, ao mesmo tempo que mantém intocável o inerente processo de fotossíntese. A cortiça presente no habitáculo do novo Mazda MX-30 provém do excedente resultante da indústria da produção de rolhas (também chamadas “sobras”), sendo na sua grande maioria de origem portuguesa, mas também obtida em sobreiros japoneses, contribuindo para um substancial menor desperdício e, por consequência, uma diminuição dos níveis de CO2 emitidos para a atmosfera, caso as mesmas transitassem para processamento e posterior destruição. Mantendo a mesma qualidade intrínseca à das mais comuns rolhas de cortiça, esse excedente é, depois, alvo de transformação segundo um conjunto das mais evoluídas técnicas, de modo a se tornar num elemento decorativo de excelência no interior do MX-30, visualmente diferenciador e muito agradável ao toque, ao mesmo tempo que se garante a mesma durabilidade dos demais elementos que compõem os habitáculos dos restantes modelos Mazda em comercialização.

Dos obstáculos iniciais à passagem à produção

Em termos de aplicação, os designers da Mazda estavam cientes dos obstáculos técnicos que iriam encontrar, nomeadamente por se tratar de um material natural com uma enorme sensibilidade, havendo que pesar todos os prós e contras, em termos do material em si e dos processos com vista à sua aplicação como revestimento, para se alcançar a necessária resistência à abrasão e às demais influências do quotidiano no interior de um automóvel. Feitos os testes e ultrapassadas as condicionantes iniciais, passou-se para a fase de produção, merecendo uma ampla aceitação e reconhecimento de toda a empresa, trazendo ao presente um passado longínquo em que a actividade da agora Mazda se iniciou com a cortiça.

Matéria-prima natural, a cortiça regista enormes níveis de resistência. Um exemplo é o facto de que antes da existência de isolantes com base em borracha sintética ou resina, peças como juntas de cabeça para motores e selagens, entre outras, recorriam à cortiça. Ainda hoje com aplicação real fora do olhar dos clientes, nomeadamente no isolamento térmico e sonoro, a cortiça surge agora visualmente pela mão da Mazda, apostada em colocá-la em destaque no interior do seu novo MX-30, permitindo que os clientes possam ter um contacto directo e real com este material tão precioso!

Para o efeito, após um processo de redução a grânulos de diferentes dimensões desses excedentes, segue-se todo um processo de prensagem, a partir do qual se geram novas folhas de cortiça, após serem preenchidos os espaços entre os grânulos maiores com grânulos mais pequenos, num produto final com capacidades acrescidas a vários níveis. Este método foi especialmente desenvolvido levando em linha de conta as propriedades requeridas para a sua integração no interior do MX-30, nomeadamente ao nível de resistência a uma utilização normal.

Presentes na consola central flutuante e no revestimento do interior dos puxadores das portas do novo MX-30, em ambas as configurações interiores disponíveis no mercado (Vintage Leatherette ou Modern Confidence) os elementos em cortiça são, depois, moldados no formato da superfície e em simultâneo com cada peça em que se inserem, sendo, em seguida, adicionada uma resina especial que penetra na própria cortiça. Para obviar eventuais problemas em termos da manutenção das cores originais, elemento que sofre enormemente pela exposição aos raios UV, procede-se a uma descoloração da cortiça, sendo depois repintada.

Findo esse processo, a consola central flutuante e os painéis das portas do novo MX-30 seguem o seu trajecto para a integração dos restantes componentes – as diferentes tecnologias e os respectivos circuitos eléctricos – até atingirem a linha de montagem da fábrica de Ujina Nº1, em Hiroshima, onde se produz, desde Maio último e em exclusivo mundial, o seu primeiro modelo 100 por cento eléctrico. Dali o inédito e mais recente SUV do catálogo da Mazda segue para os Concessionários da marca.

Com o presente Centenário da Mazda a decorrer – celebra-se até 30 de Janeiro de 2021 – o regresso da cortiça a um lugar de destaque mostra-se perfeito no Mazda MX-30, recordando as origens de uma empresa que se está já a lançar nos próximos 100 anos, mantendo a sua filosofia de constante desafio às convenções, através de soluções por vezes revolucionárias, à semelhança de tantas ao longo da sua história, muitas delas vistas como fora da caixa. Caso ainda estivesse vivo, Jujiro Matsuda daria, decerto, a sua aprovação a este regresso da cortiça!

 

A CORTIÇA ESTÁ DE REGRESSO À MAZDA
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Mazda CX-30 explora as maravilhas do Cazaquistão

“Mazda Epic Drive – Kazakhstan 2020” destacam o potencial do SUV CX-30, ao longo dos mais de 800 quilómetros percorridos no leste do Cazaquistão.

Neste que é um ano de Centenário, o mais recente desafio da Mazda implicou colocar à prova um Mazda CX-30 equipado com o sistema de tração integral i-Activ, numa viagem de mais de 800 quilómetros na remota região leste do Cazaquistão, até à fronteira com a China, percorrendo seções da lendária “Rota da Seda”, atravessando a beleza estéril da Ásia Central.

Realizada no início do presente ano, antes das restrições de viagens impostas pela Covid-19, a mais recente das expedições “Mazda Epic Drive” deu continuidade ao igualmente exclusivo evento de 2018, quando a Mazda se tornou no primeiro construtor automóvel autorizado a atravessar o Lago Baikal, na Sibéria, fazendo-o com vários exemplares do SUV CX-5, de série, desenhando uma nova rota através dessa superfície gelada, também ali se colocando em destaque as capacidades do sistema de tracção integral i-Activ da Mazda.

Do Mazda Go ao Mazda CX-30: Os exploradores das “Mazda Epic Drives”

A paixão da Mazda pela filosofia dos constantes desafios impostos ao Homem e às máquinas é tão forte hoje como o era em 1936, quando um grupo de pioneiros se propôs demonstrar a durabilidade do Mazda Go, o primeiro veículo da Mazda, um pequeno comercial de caixa aberta com 3 rodas. Um exemplo inicial dessa vontade da Mazda, de abraçar desafios ambiciosos, levou a que 5 exemplares do Mazda-Go (nas variantes KC e DC) partissem da ponta mais a sul da principal cadeia de ilhas do Japão, para depois cobrirem mais de 2.700 quilómetros de trilhas empoeiradas, enlameadas e repletas de pedra solta, até atingirem Tóquio 25 dias depois. A publicidade levou a que as vendas crescessem significativamente e a elevar o perfil da Mazda como empresa, num processo que por essa razão, ficou como objetivo de sucesso a repetir no futuro.

Em 1977, então para promoção da primeira geração do hatchback Mazda 323, um par de exemplares cumpriram uma viagem de 15.000 quilómetros, levando-os de Hiroshima até às portas do Salão de Frankfurt, na Alemanha, aquele que seria o palco da sua estreia europeia. Incrivelmente e no auge da Guerra Fria, os dois 323 atravessaram a União Soviética, enfrentando estradas deploráveis e as mais difíceis condições, colocando em destaque a fiabilidade do novo modelo, imediatamente antes de ser colocado à venda.

Essa famosa expedição de 1977 teria eco em 1990, quando 6 veículos Mazda (entre modelos 626, 323 e furgões E2200) partiram, também eles, de Hiroshima, rumando a Leverkusen, a sede da Mazda Europa, na Alemanha, desta vez através de uma União Soviética em processo de dissolução.

Mais tarde, em 2013, a Mazda reforçava a aposta e, colocando um vasto grupo de jornalistas aos comandos de vários exemplares da então terceira geração do Mazda3, repetiram a viagem que ligou a fábrica e o palco do Salão de Frankfurt, atravessando a Rússia, a Bielorrússia e a Polónia.

Colhendo inspiração nesses enormes desafios, em que se colocou à prova, em condições reais, um conjunto de veículos, os eventos “Mazda Epic Drive” direccionados à imprensa do presente permitem que diferentes jornalistas experimentem estradas desafiantes, saboreiem cenários incríveis e vivam aventuras únicas ao volante de um modelo Mazda. Seja circundando a Islândia aos comandos de um MX-5, saboreando as pistas tortuosas e a beleza vulcânica dos Açores, bem no meio do Atlântico, com um Mazda2, ou explorando as maravilhas da engenharia rodoviária levada ao extremo através dos túneis, pontes e passagens de montanha na Noruega, o moderno conceito de “Mazda Epic Drive” proporciona um conjunto de viagens incríveis para a imprensa, ao mesmo tempo em que destaca a excelência da engenharia centrada no condutor e nas viaturas, no conceito fun-to-drive inegavelmente inerente à marca e aos automóveis Mazda.

O Mazda CX-30 na “Mazda Epic Drive” de 2020

Tal como na travessia do Lago Baikal de 2018, com os Mazda CX-5, a aventura “Mazda CX-30 Epic Drive – Kazakhstan 2020”, realizada em Março último e tendo como base o SUV CX-30, permitiu uma demonstração perfeita das características do sistema de tração integral i-Activ da Mazda. Integrado na nova geração Skyactiv-Vehicle Architecture da marca japonesa, o evoluído sistema i-Activ AWD do CX-30 opera em total harmonia com o G-Vectoring Control (GVC), permitindo a correcta distribuição de binário entre as rodas dianteiras e traseiras, de modo a proporcionar uma experiência de condução ainda mais envolvente.

Um sistema de tracção integral projectado para oferecer a flexibilidade exigida pelas condições de condução no mundo real colocou à prova as inúmeras valências do SUV CX-30, fazendo-o cumprir os mais de 800 quilómetros desta “Mazda CX-30 Epic Drive – Kazakhstan 2020”. Realizada no extremo leste do Cazaquistão, houve um pouco de tudo, atravessando-se uma verdadeira mistura de condições de condução, de ruas e avenidas de cidade, às modernas autoestradas de dupla via, até troços em asfalto de má qualidade e percursos em terra e cascalho solto, semelhante a traçados de off-road.

Começando em Almaty, a maior cidade do Cazaquistão, localizada num planalto à sombra da formação montanhosa de Trans lli Alatau, no sul do país, perto da fronteira com o Quirguistão, os vários CX-30 presentes deixaram o moderno coração da cidade, enfrentando engarrafamentos implacáveis à saída da mesma e na moderna auto-estrada A3, rumando ao Parque Nacional de Aityn Emel.

Aqui os CX-30 deixaram para trás as estradas de asfalto, entrando em percursos de cascalho, iniciando um percurso repleto de pó e desafios, intervalado junto das famosas “Dunas Cantantes”. Embora não seja um puro SUV para off-road, uma vez equipado com o sistema i-Activ AWD, o CX-30 garantiu uma excelente tracção nas estradas de reduzida aderência do Parque Nacional de Kazak.

Das deslumbrantes “Dunas Cantantes” de 150 m – assim referida devido à forma como os ventos e as areias em movimento ecoam uma misteriosa sonoridade – o passeio saía das planícies subdesérticas, observando-se os camelos itinerantes que rumavam até a cidade de Zharkent, à uma distância mínima da fronteira chinesa, no extremo leste deste vasto Cazaquistão.

No segundo dia deste “Mazda CX-30 Epic Drive – Kazakhstan 2020” a caravana de viaturas rumou a sul, em direção ao Penhasco de Charyn, por estradas de cascalho mais exigentes e demolidoras, através de uma série de passagens incríveis, aparente e estranhamente familiares à zona mais selvagem do estado norte-americano do Nevada, mas a milhares de quilómetros da mesma, no coração da remota Ásia Central. Depois, a rota desviou para oeste, de novo em direcção a Almaty, contornando o vasto Reservatório de Kapshagay.

Apesar das inúmeras adversidades, a caravana de Mazda CX-30 completou este “Mazda Epic Drive” com grande facilidade, comprovando a capacidade de adaptação de um dos mais recentes SUVs da Mazda e, principalmente, a capacidade do sistema i-Activ AWD. A experiência pode ser agora vista por todos em modo virtual, resumida num conjunto de imagens, fotos e vídeos, recolhidos ao longo da longa travessia.

Aplicado num conjunto significativo de modelos do catálogo Mazda – nos SUV CX-30 e CX-5 e também na versão hatchback do Mazda3, o sistema i-Activ AWD da Mazda garante uma segurança incrementada sempre que as condições de estrada o exijam, numa condução a quatro rodas motrizes, associada a uma elevada eficiência de consumos e uma mais estreita ligação do condutor ao seu automóvel.

Os segredos do avançado sistema i-Activ AWD da Mazda

Graças ao recém-desenvolvido sistema de controlo e às novas tecnologias de redução de atrito, o sistema i-Activ AWD da Mazda proporciona viagens requintadas e estáveis em qualquer situação de condução, ao mesmo tempo que permite alcançar uma economia de consumos real, quase semelhante à de um veículo de tracção dianteira. O sistema de tracção às quatro rodas da Mazda integra um módulo de detecção de “carga vertical às quatro rodas” e trabalha em harmonia com o GVC (G-Vectoring Control), controlando a distribuição de binário entre todas as rodas, aumentando a tracção e os níveis de aderência, independentemente do cenário de condução. Também reduz significativamente as perdas mecânicas, contribui para melhores consumos e emissões.

As tecnologias de redução de atrito recentemente adotadas incluem um amortecedor de borracha dentro da unidade de acoplamento, que reduz em muito as flutuações no binário enviado para a unidade de tracção traseira, e uma nova configuração que aplica uma ligeira diferença na taxa de desaceleração entre a unidade de acoplamento e o diferencial traseiro. Ajustando rapidamente a distribuição de binário somente quando necessário, o sistema apresenta uma melhor resposta e economia de combustível efectiva. O diferencial traseiro reduz as perdas mecânicas ao adotar rolamentos de esferas e o uso de óleo de baixa viscosidade, juntamente com um design que armazena óleo na parte superior, fornecendo apenas a quantidade ideal onde e quando necessário. Actuando em combinação, essas medidas aumentam a precisão da unidade de controlo AWD, ao mesmo tempo que reduzem significativamente as perdas mecânicas gerais.

No início da descrição de uma curva, o sistema AWD manterá a distribuição de binário dianteiro/traseiro existente, de modo a priorizar uma melhor resposta de viragem, através da unidade de controlo do binário do motor (GVC). Após a viragem inicial, o sistema AWD aumenta gradualmente a quantidade de binário enviado às rodas traseiras de modo a manter uma viragem neutral e um movimento mais estável do veículo. A harmonização do GVC também melhora substancialmente a resposta do binário traseiro e a linearidade em relação à atuação do acelerador. Na aceleração é enviado maior binário para as rodas traseiras e ao desacelerar mais para as rodas dianteiras, maximizando o desempenho de tracção de todos os quatro pneus. Também melhora a capacidade de controlo, para que o veículo responda fielmente às intenções do condutor ao virar.

 

– Uma selecção de imagens desta inesquecível experiência está disponível para download clicando neste link: 

https://mazdashare.com/owncloud/s/xexY4NMeicA8gyD

Mazda CX-30 explora as maravilhas do Cazaquistão
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Mazda celebra 10 anos de Kodo Design

Desde que surgiu há uma década, que o “Kodo Design” está presente no coração de diferentes automóveis Mazda, desde a nova interpretação do icónico roadster Mazda MX-5, até ao MX-30, o primeiro veículo 100 por cento eléctrico, a baterias, da Mazda.

No entanto, a ideia essencial por detrás do “Design Kodo” permaneceu inalterada: explorar a beleza poderosa e irresistível do movimento natural de um objecto estático.

Com a linguagem de design “Kodo – A Alma do Movimento”, o Director de Design Ikuo Maeda estabeleceu uma nova e ousada direcção para as linhas visuais dos automóveis Mazda. Lançado há dez anos no Salão Automóvel de Los Angeles, através do concept-car SHINARI, o Kodo tem vindo a definir e a elevar o design da Mazda. Uma década depois, integrando já uma etapa de evolução, o Kodo Design é mais popular do que nunca, estando presente em automóveis projectados com recurso a esta abordagem, continuando a conquistar inúmeros prémios, incluindo o “World Car Design of the Year” alcançado pelo Mazda3 em 2020.

A palavra “Kodo” traduz-se, literalmente, por “batimento cardíaco”, mas com o significado adicional de dar vida a algo, de lhe dar uma alma. Essa ideia é fulcral para o modo como a Mazda sempre pensou o design: “No Japão sentimos que os artesãos injetam vida no que fazem. Acreditamos que algo criado, sincera e meticulosamente, por mãos humanas ganha uma alma”, explica Ikuo Maeda. Deste modo, “A Alma do Movimento” assume um duplo significado, expressando tanto a essência do movimento em si, quanto essa “alma” inerente ao automóvel, desenvolvida pelos mestres artesãos da Mazda.

Os primeiros desenhos foram fortemente inspirados pela imagem de uma chita prestes a atacar a sua presa, enquanto as mais recentes iterações concentram-se, cada vez mais, na evocação de um design poderoso e emocional, recorrendo ao menor número possível de elementos. Um ponto de viragem para esta segunda fase do “Kodo Design” foi alcançado através de dois concept-cars inspiradores: o RX-VISION e o VISION COUPE.

Desvendados, respectivamente, nas edições de 2015 e 2017 do Salão Automóvel de Tóquio, estes projectos anteciparam a nova elegância e a ainda mais acentuada estética minimalista das interpretações mais recentes do “Kodo Design”. As formas dinâmicas e emocionais são alcançadas abdicando de quaisquer elementos desnecessários, de modo a trazer para primeiro plano a própria essência da beleza e do movimento. Ao eliminar linhas vincadas, por exemplo, cria-se todo um espaço vazio nos painéis laterais de um veículo, funcionando como uma tela em branco, em que se se exibem mutações infinitas resultantes dos jogos de luz e de sombra: uma estética “less is more” que tem forte inspiração na herança japonesa da Mazda.

Os automóveis nascidos na égide da linguagem Kodo Design têm recebido os mais variados aplausos e distinções internacionais. Tanto o concept RX-Vision como o Vision Coupe foram nomeados como “Os Mais Bonitos Concept-Cars do Ano”, enquanto a geração “ND” do Mazda MX-5 alcançaria em 2015 o prestigiado troféu de “World Car Design of the Year”. Outros destaques mais recentes incluem dois “Red Dot Award 2020” atribuídos ao Mazda CX-30 e ao novo Mazda MX-30, na categoria “Design de Produto”, enquanto o Mazda3 conquistava o galardão de design nos conceituados “World Car Awards 2020”.

À medida que a Mazda continua a misturar a paixão pela condução com a criação de designs interiores e exteriores de enorme atracção, a elegância simplista e o apelo emocional do Kodo Design continuarão a ser ingredientes-chave da sua identidade como marca.

Após uma década de sucesso sustentado, o Kodo Design continua a levar cada vez mais além os limites do design automóvel e a definir o futuro da Mazda.

https://www.mazda-press.com/pt/novidades/recordemos-os-tres-concepts-que-geraram-o-mazda6-o-mazda2-e-o-mazda3/

Mazda celebra 10 anos de Kodo Design
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Empenho da Mazda na defesa do ambiente

Globalmente, a sociedade tem vindo a ganhar consciência do seu impacto no meio ambiente, bem como da necessidade de criar um futuro sustentável através do desenvolvimento de produtos e processos que contribuem para a redução de emissões e de materiais com efeitos ambientais negativos. Em resposta a estas necessidades, a Mazda está, há mais de três décadas, na vanguarda da reciclagem do plástico tendo sido o primeiro construtor a reciclar pára-choques de automóveis em fim de vida.

Desde 1992 e tendo apenas em conta viaturas recuperadas do mercado japonês, a Mazda reciclou aproximadamente 1.280.000 pára-choques, o que daria para encher por três vezes o Royal Albert Hall, em Londres, ou, se colocados em fila, cobririam uma distância equivalente a uma viagem de carro entre Lisboa e Viena (Áustria). Brevemente disponível no mercado nacional, o Mazda MX-30, o primeiro modelo elétrico da marca, conta com uma vasta gama de materiais e tecnologias amigos do ambiente, sendo uma das mais importantes a utilização de plástico reciclado.

“Em Design, especialmente no nosso departamento de Cores e Materiais, estamos constantemente à procura de novas tendências e tecnologias em termos de materiais. Mesmo antes do MX-30, já tínhamos utilizado processos e materiais ecológicos interessantes, mas o MX-30 foi a plataforma perfeita para mostrarmos os nossos desenvolvimentos neste campo”, refere Jo Stenuit, Director de Design da Mazda Europa.

A parte superior do interior da porta MX-30 é composta por um tecido reciclado, feito a partir de garrafas PET recicladas. O desenvolvimento de um novo método de moldagem integrada de fibras têxteis e plásticas possibilitou a criação de um material, com um toque macio e que pode ser processado facilmente.

Pioneira na utilização de bioplásticos

Mas não é apenas na reciclagem de plástico que a Mazda lidera o setor, a Mazda também desenvolveu uma indústria líder em bioplásticos de alta qualidade, vista pela primeira vez no MX-5 (2015) e usada extensivamente na Mazda3 e Mazda CX-3, e que agora tem aplicação nas portas dianteiras e traseiras do MX-30, contribuindo para um acabamento de alta qualidade e também para o design final.

No seguimento do desenvolvimento do primeiro tecido biológico do mundo em 2007, o novo Premium Vintage Leatherette – uma espécie de couro sintético de alta qualidade e de aspecto clássico – agora desenvolvido pela Mazda para o MX-30, é produzido com recurso a água em vez de solventes orgânicos, reduzindo o impacto ambiental e contrariando o conceito habitual de que o couro artificial não passa de um substituto pobre do couro natural. Possui uma textura de couro vintage impressa numa base de couro artificial de alta qualidade, seguindo-se um revestimento em silicone de baixa espessura. Esta receita confere ao material uma aparência mais intensa e uma agradável sensação ao tacto.

Pára-choques usados reconvertidos em pára-choques novos

No entanto, não foram apenas as preocupações ambientais mais recentes que levaram a Mazda a desenvolver novas técnicas para reciclagem ou criação de plásticos ecológicos. Os estudos da Mazda sobre reciclagem de plásticos começaram no final da década de 1980. Reconhecendo a necessidade ambiental de reciclar plástico, a Mazda foi o primeiro construtor automóvel a reciclar pára-choques usados em 1992. Inicialmente esses pára-choques foram utilizados no fabrico de canetas e peças de plástico não visíveis no veículo, tais como as protecções inferiores sob o chassis do carro.

O problema com os veículos em fim de vida foi que muitos dos pára-choques tinham mais de dez anos, tornando-se técnica e financeiramente difícil a sua reciclagem, pois apresentavam bastante variações ao nível de algumas propriedades, tais como a aderência da tinta e na própria composição do seu plástico.

Uma das maiores barreiras para a reciclagem de pára-choques antigos foi o ineficiente processo de remoção de tinta. Em 2001, a Mazda tinha já melhorado substancialmente esse processo, de forma a permitir a utilização do plástico como reforços nos pára-choques novos. Em 2007, melhorou-o ainda mais, passando a poder remover 99,9% da tinta, o que levou ao desenvolvimento de um processo de utilização do plástico reciclado na fabricação de novos pára-choques.

Nesse sentido, em 2011, a Mazda desenvolveu a primeira tecnologia de reciclagem que permite aos pára-choques oriundos de veículos em fim de vida serem convertidos em resina plástica, com qualidade suficiente para utilização em pára-choques de carros novos. Os pára-choques fabricados com este novo processo foram montados pela primeira vez no Mazda Biante, um monovolume médio comercializado no mercado japonês. Actualmente, o plástico reciclado é amplamente utilizado em todos os veículos novos da Mazda.

O recurso a uma base biológica

Outra estreia mundial no desenvolvimento do plástico aconteceu em 2015 com a introdução de plástico de engenharia de base biológica, feito a partir de materiais derivados de plantas e reduzindo a utilização de recursos derivados do petróleo e as emissões de dióxido de carbono.

Os materiais residuais de origem vegetal, como aparas de madeira e material vegetal, são transformados em etanol que, por sua vez, é convertido em etileno e polipropileno. Este processo é neutro em carbono e, ao contrário de materiais alternativos feitos a partir de soja ou amido de milho, não consome recursos alimentares.

Os bioplásticos apresentam um acabamento de maior qualidade do que os tradicionais plásticos pintados e podem ser utilizados em aplicações internas e externas do veículo. A primeira utilização de bioplástico teve lugar no Mazda MX-5, em 2015, sendo posteriormente aplicado nos Mazda CX-5, Mazda3, Mazda2 e Mazda CX-30, estando agora também a ser utilizado no Mazda MX-30.

Com o objetivo de ajudar a preservar os recursos do planeta, é responsabilidade das empresas fornecer produtos e serviços que beneficiem a sociedade e o próprio planeta. A Mazda continua na vanguarda do desenvolvimento de plásticos ecológicos e reciclados, para futuros produtos, reduzindo o recurso a combustíveis fósseis e, consequentemente, as emissões, uma estratégia decorrente do seu plano de sustentabilidade “Zoom Zoom 2030”.

Lançado em 2017, este plano representa uma visão corporativa que pretende enriquecer a vida das pessoas, através da experiência de propriedade de um automóvel, e oferecer, ao maior número possível de pessoas, automóveis sustentáveis para com o planeta e a sociedade. É também um roteiro para a Mazda desenvolver tecnologias que ajudem a resolver as questões enfrentadas pelo planeta, pela sociedade e pelas pessoas individualmente.

Empenho da Mazda na defesa do ambiente
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Mazda CX-5 2020 aposta no reforço tecnológico

Originalmente lançado em 2012, o SUV CX-5 foi o primeiro Mazda a exibir a nova assinatura de design Kodo – A Alma do Movimento, bem como a incorporar a nova e abrangente tecnologia Skyactiv (motores, chassis, carroçarias, sistemas, etc), estabelecendo novos padrões dinâmicos e alterando a percepção do nível de envolvência que um SUV compacto podia oferecer.

Já a segunda geração do CX-5, de 2017, marcou o desenvolvimento da filosofia de design e engenharia Jinba Ittai, colocarando este SUV num patamar superior, destacando-se a introdução do sistema G-Vectoring Control (GVC), a primeira das Skyactiv-Vehicle Dynamic Technologies da Mazda, tornando o Mazda CX-5 mais confortável, refinado e dinâmico.

O modelo seria actualizado em 2019, passando a basear-se nos diversos pontos fortes da segunda geração de modelos da Mazda, que está em comercialização, melhorando em duas áreas-chave: a qualidade do habitáculo e a dinâmica de condução. Mais dinâmico que nunca, com uma condução superior e um nível de refinamento apurado, este CX-5 cimentou a sua reputação como um dos SUV mais agradáveis de conduzir no seu segmento.

O CX-5 tornou-se, entretanto, num modelo fulcral para a Mazda, representando aproximadamente 30% das suas vendas anuais, ascendendo a cerca de 2.870.000 as unidades comercializadas em 130 países de todo o mundo. O CX-5 continua a ser o modelo Mazda mais vendido no mercado europeu.

Para 2020, o Mazda CX-5 continua a basear-se nesta história de sucesso, integrando evoluções e actualizações no seu design exterior e interior, na concepção dos propulsores, na dinâmica de condução em estrada e em fora de estrada, nos níveis de NVH (insonorização, vibrações e aspereza) e nas tecnologias de segurança i-Activsense. Todos estes ingredientes reforçam o seu estatuto de veículo elegante, capaz de oferecer um verdadeiro prazer de condução aos clientes de propostas SUV.

As novidades em resumo

Mantendo um design Kodo mais maduro e elegante, sublinhando uma proposta simultaneamente arrojada e sofisticada, o exterior do Mazda CX-5 de 2020 pode ser configurado com uma paleta de 10 cores de carroçaria, conjunto que passa a incluir a nova cor Polymetal Grey, estreada no Mazda3. Exteriormente não há quaisquer alterações para além do novo lettering nos emblemas identificativos.

É por isso no interior, de elevado conforto, qualidade, design e funcionalidade, com um habitáculo projectado para criar uma configuração inteligente do lugar do condutor, integrando todos os principais controlos e instrumentação ergonomicamente colocados em torno do ponto focal do volante. Espelhando toda uma nova sensação premium, o Mazda CX-5 pretende competir com os melhores modelos da sua classe.

O ecrã Mazda Connect, presente ao centro do tabliê, é agora de 8 polegadas, permitindo a apresentação de textos e grafismos maiores e com mais definição, nomeadamente no sistema de navegação, na visão ampliada a 360 graus em redor do veículo e nas informações relacionadas com o monitor de eficiência de combustível, que permite verificar, em tempo real e entre outros, a operação do sistema de desactivação dos cilindros do bloco a gasolina 2.0 Skyactiv-G. Esta geração 2020 adopta iluminação LED de alta qualidade na consola de tejadilho, luz central do habitáculo e luz da bagageira, de série em todas as versões da gama. O design do comando da chave foi, também, renovado.

Mecanicamente, o Mazda CX-5 2020 conta com uma gama de motores Skyactiv em que se destaca o bloco a gasolina Skyactiv-G de 2,0 litros de 165 CV, disponível com transmissão manual Skyactiv-MT ou automática Skyactiv-Drive, ambas de 6 velocidades, e tracção dianteira. Novidade: o sistema de desactivação de cilindros, função que, dependendo da situação de condução e disponível nas versões de caixa de velocidades manual, permite desligar automaticamente 2 dos 4 cilindros do motor em situações de pouca carga, reduzindo-se as perdas por bombeamento e a resistência mecânica, bem como os consumos e as emissões de CO2.

A gama de motores a gasolina do CX-5 2020 é completada por um motor a Skyactiv-G de 2,5 litros de 194 CV, com transmissão automática e tracção integral (AWD) inteligente Mazda i-Activ. Já no capítulo diesel, a oferta divide-se entre o bloco Skyactiv-D de 2,2 litros e 150 CV, com transmissão manual ou automática e tracção dianteira, e um bloco diesel Skyactiv-D de 2,2 litros e 184 CV, este apenas em versão de caixa automática e tracção integral.

Todas as variantes de caixa automática contam, a partir de agora, com patilhas no volante, para uma mais rápida operação. Outros acertos pontuais foram feitos ao nível da afinação das suspensões (tipo MacPherson à frente e sistema multi-link atrás), direcção e travões, de forma a melhorar ainda mais a estabilidade de condução pela qual o CX-5 sempre foi conhecido.

A performance off-road do Mazda CX-5 2020 evoluiu com a integração do sistema Off-road Traction Assist nas versões de tracção integral. Operando em conjunto com os sistemas AWD e TCS, elimina a patinagem dos pneus e distribui a quantidade correta de binário às rodas com aderência, maximizando a tracção. Também funciona em conjunto com o Hill Launch Assist (HLA), evitando o deslizamento em subidas com superfícies escorregadias.

Houve ainda trabalho aturado para aumentar a qualidade de condução, através de melhores ao nível do NVH (ruído, vibrações e aspereza) no habitáculo. A sensação de condução foi melhorada pela adoção de um amortecedor dinâmico no sistema de direcção das versões a gasolina, o qual funciona como uma contramedida de vibração.

Ao nível das avançadas tecnologias de segurança i-Activsense, de ajuda ao condutor, garante de uma segurança referencial na classe, nesta versão 2020 foi actualizado o Advanced Smart City Brake Support (Advanced SCBS) do CX-5, incorporando a detecção nocturna de peões (veículos a velocidades entre os 4 e os 80 km/h e peões entre os 10 e os 80 km/h). A activação antecipada dos faróis facilita a visibilidade do carro por parte dos peões e dos outros veículos, contribuindo, desse modo, para prevenir acidentes.

A gama Mazda CX-5 2020 em Portugal

A gama do Mazda CX-5 2020 divide-se em 3 níveis de equipamento, desde o já bastante completo patamar Evolve, aos mais alargados conteúdos do habitual topo de gama Excellence, oferta que agora se vê ainda mais evoluída com a vasta dotação do nível Special Edition.

No que se refere a preços[1], o intervalo de preços do Mazda CX-5 2020 com motorização a gasolina Skyactiv-G situa-se entre 32.910 € e os 42.230 €. Na vertente diesel Skyactiv-D, o valor indicativo para a aquisição da respectiva versão de entrada é de 41.521 €, ascendendo até aos 56.468 €. Destaque ainda para as variantes Special Edition de tracção integral i-AWD que podem ser adquiridas por 49.251 €, se equipadas com o motor gasolina de maior débito (2.5 Skyactiv-G de 194 cv), e por 62.176 €, se dotadas do motor diesel mais potente (2.2 Skyactiv-D de 184 cv).

Fruto do elevado conteúdo de série inerente aos 3 níveis de equipamento do Mazda CX-5 2020, os opcionais disponíveis cingem-se a apenas 2 packs, o Pack Navi (400 €) para as versões Evolve e o Pack Leather (2.500 €) para as versões Excellence. Consoante a utilização e diferenciação que cada cliente pretenda para o seu Mazda CX-5, no portal www.mazda.pt estão disponíveis diferentes acessórios específicos para o modelo.

Mazda CX-5 2020 aposta no reforço tecnológico
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